Hoje trago-vos um tema que creio que ainda não abordei aqui no blog, mas que não me parece nada descabido. Há uns tempos, conversei com um pai que não estava seguro da escolha do nome para o segundo filho, fruto de uma nova relação, porque, segundo ele, ao dizer os nomes em voz alta, parecia que tinha um filho de 7 anos e outro de 70.
Bem, eu tenho uma rubrica no blog chamada Pares Perfeitos, por isso não vou agora dizer que, aos meus olhos, isso não faz sentido nenhum, mas creio que, face às novas dinâmicas familiares, há coisas que não devemos valorizar e esta é uma delas. Contudo, eu falo como mulher e há muito que vos digo que sinto que as mulheres têm mais poder na hora da escolha de um nome do que o homem. Mas também não sei até que ponto é justo trazer para cima da mesa o gosto do cônjuge anterior, certo?
Acima de tudo, acho que o nome tem de ser escolhido em conjunto pelos dois progenitores, mesmo que isso implique alguma cedência de parte a parte. E com tantos nomes bonitos à nossa disposição, não acho impossível chegar a um meio-termo!
Passaram pelo mesmo? Conhecem casos semelhantes? Acham que faz sentido pensar neste tipo de harmonia quando falamos de filhos de mães ou pais diferentes?





